Quando eu era pequena, achava que o amor tinha uma forma. Uma maneira certa de existir. Demorei para entender que não. O amor não tem formato — ele é sentimento. Tem amor que chega antes de você cair. Tem amor que deixa você cair — e te ensina a levantar. Tem amor que fala alto. Tem amor que quase não fala. Tem amor que organiza tudo. E tem amor que bagunça e te faz viver. Então percebi: se eu fechasse os olhos, eu lembrava de sensações. E cada sensação… tinha uma cor. Foi assim que comecei a modelar. Não formas. Mas aquilo que não tem forma — tem sentimento. Essa coleção não é sobre mães. É sobre aquilo que elas deixam em nós. E isso… é Amor em Cor.